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Engenheira sul-mato-grossense será homenageada pelo Sistema Confea/Crea e Mútua

Campo Grande, 09 out 2026 às 18:06

Indicada pelo Crea-MS, engenheira civil e de segurança do trabalho Elizabeth Spengler Cox de Moura Leite será laureada com a Medalha do Mérito durante a 81ª Soea, em Aracaju

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Com sofisticação e histórias de talento e de amor às profissões do Sistema Confea/Crea e Mútua, o Livro do Mérito apresenta mais algumas perspectivas para conhecer melhor pessoas e instituições que fazem o seu dia a dia. Do projeto visual a cargo da DeBrito Propaganda aos textos produzidos pelos jornalistas do Confea, a composição do livro buscou valorizar os homenageados e reconhecer suas importâncias para o legado do Sistema. A obra que será lançada dia 14 de outubro, na 81ª Semana Oficial da Engenharia e Agronomia (Soea), em Aracaju, já pode ser conferida em formato digital. Clique aqui.           

As 27 histórias narradas resgatam cenários humanos e físicos de todas as regiões do país, atravessam experiências dedicadas a superar diversos desafios, apontam novos horizontes. Do início dos estudos à criação de uma empresa, por exemplo. Da formação como técnico ou como jovem engenheiro, engenheiro agrônomo ou geocientista aos degraus da academia ou da trajetória profissional. Entre imagens que acompanharam os avanços das tecnologias usadas e todas as etapas do processo enriquecedor das atividades exercidas, além dos contextos sociais, políticos e econômicos em que se realizaram. Conheça a seguir o ponto de vista do diretor de arte da agência, Anderson Andrade, sobre o processo de criação do livro, que mudou até mesmo o formato da obra, em nome de uma contemporaneidade diante da solenidade característica do material.Um olhar contemporâneo valorizando a tradicional solenidade do Livro do Mérito, por Anderson Andrade

Homenageados completos

Selecionados ante 59 propostas de todo o Brasil pelos cinco integrantes da Comissão do Mérito do Sistema Confea/Crea, capitaneada pelo chanceler do Mérito, eng. eletric. Célio de Oliveira, assessorada pelo empregado Francisco Rodrigo Brasil e composta ainda pela chanceler adjunta, eng. agr. Giucélia Figueiredo, e pelos membros eng. agr. Álvaro Bridi; eng. agr. Leonardo Pimentel e eng. civ. Osmar Barros Júnior, os homenageados contaram pela primeira vez com o auxílio da “tecnologia de algoritmos”, a inteligência artificial, para trabalhar em seu favor. “Foi uma forma de o índice técnico prevalecer ante aspectos subjetivos”, conta o chanceler em seu depoimento ao livro.         

Aqui, estamos diante de 12 profissionais cujas realizações ainda se encontram presentes no exercício das suas próprias atividades ou nas de seus sucessores, pessoas que também continuam dispostas a contribuir ainda mais para outras trilhas e outras conquistas.           
 

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Em detalhe da arte de Anderson Andrade, engenheiro eletricista Daniel Sobrinho, um dos homenageados com a Medalha do Mérito do Sistema Confea/Crea

Homenageados com a Medalha do Mérito

Eng. Eletric. Daniel de Oliveira Sobrinho
Eng. Civ. e de Seg. Trab. Elizabeth Spengler Cox de Moura Leite
Eng. Geol. João Carlos de Simanke Souza
Eng. Cartog. João Francisco Galera Monico
Eng. Civ. Luiz Heleno Albuquerque Filho
Eng. Eletric. Maria Conceição de Sant’Ana Barros Escobar
Eng. Eletric. Nilza Luiza Venturini Zampieri
Eng. Eletric. Richard Magdalena Stephan
Eng. Civ. Simone Rosa da Silva
Eng. Ftal. Sylvio Péllico Netto
Eng. Civ. Tarciso Cabral da Silva
Eng. Civ. Teishin Guenka

 Certamente ainda emocionados com a Láurea ao Mérito, por meio da qual eles receberão a Medalha do Mérito, na manhã do segundo dia da Soea, eles fulguram como profissionais que ampliaram suas contribuições profissionais além de suas rotinas, além dos conceitos prévios e dos caminhos mais triviais do cotidiano. Confira a programação da 81ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea).           
 Homenageados com a Medalha do Mérito

Detalhe em torno da arte ilustrativa sobre foto da engenheira civil Veridiana Bragança, uma das homenageadas com a inscrição no Livro do Mérito
Detalhe em torno da arte ilustrativa sobre foto da engenheira civil Veridiana Bragança, uma das homenageadas com a inscrição no Livro do Mérito

A relação dos profissionais que já deixaram suas histórias inscritas nos corações dos familiares, amigos, colegas, clientes, usuários, alunos e colaboradores também foi criteriosamente compartilhada com os leitores do Livro do Mérito, respeitando o esmero com que eles desempenharam suas atribuições. São também 12 selecionados, entre pessoas do Norte, do Sul, do Nordeste, do Sudeste e do Centro-Oeste do país.Homenageados com a inscrição no Livro do Mérito


Braços consagrados do conhecimento           
As menções honrosas à Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), à Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Poli/UFRJ) e ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) representam espaços históricos para a formação desses 24 profissionais homenageados. Não por suas longevidades, mas pelo grau de respeitabilidade adquirido ao longo de séculos, no caso da POLI, fundada em 1792.           

“A Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Poli/UFRJ) é a mais antiga e uma das mais importantes instituições de ensino de engenharia do Brasil. Sua trajetória teve início em 1792, com a criação da Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho, considerada o marco inaugural do ensino sistemático da engenharia no país. Em uma época em que poucos países possuíam escolas voltadas à formação regular de engenheiros, a instituição representou um avanço decisivo para o desenvolvimento científico e tecnológico nacional”.

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Esalq/USP, IFPE e POLI/UFRJ recebem menções honrosas em 2026

Assim como a Esalq/USP, que tornou Piracicaba conhecida como um dos principais polos de ensino de Ciências Agrárias do país, desde 1901.           
            
“A Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) é uma das mais tradicionais instituições de ensino e pesquisa em ciências agrárias da América Latina. Fundada em 3 de junho de 1901, nasceu do ideal do agrônomo Luiz Vicente de Souza Queiroz, que, ao lado da esposa, Ermelinda Ottoni de Souza Queiroz, vislumbrou a formação de profissionais altamente qualificados para impulsionar o desenvolvimento agrícola brasileiro”.           
 
E, por fim, a exemplo da contribuição igualmente inestimável do IFPE.           

“No Recife de 1909, havia um Brasil que ainda não sabia muito bem o que fazer com seus filhos mais pobres. Delmiro Gouveia sabia. O industrial cearense, que ficaria famoso por desafia trustes estrangeiros na produção de linhas de costura, tomou à frente uma pequena escola criada por decreto federal naquele ano e começou a ensinar carpintaria, alfaiataria e desenho a jovens que, de outro modo, não teriam nada. A Escola de Aprendizes Artífices de Pernambuco não era, à época, uma instituição grandiosa”.

selo do Livro do Mérito de 2026

Henrique Nunes           
Equipe de Comunicação do Confea